Os investidores de cripto estão mais cautelosos — e o verão é só parte disso.
Maio teve apenas 62 rodadas de investimento, o menor número desde 2021.
Mesmo assim, arrecadaram US$ 909 milhões — segundo melhor mês do ano.
O motivo?
Preços caíram após janeiro, o sentimento do mercado piorou, e as condições globais pesaram.
Aurelie Barthere da Nansen diz que discussões sobre tarifas afetaram o clima.
Taxas de juros altas e títulos instáveis afastam novos acordos.
Patrick Heusser da Sentora diz que vemos muitas fusões — um padrão em mercados mais frios.
E o Bitcoin?
Ainda é destaque. O resto? Nem tanto.
As fusões e aquisições (M&A) estão bombando.
A Coinbase comprou a Deribit por US$ 2,9 bilhões.
É o maior acordo M&A do setor até agora.
Barthere afirma que empresas grandes preferem negociações diretas, sem VCs, com mais clareza regulatória.
Marcin Kazmierczak da RedStone lembra que maio-junho é período lento.
Mas no quarto trimestre, os investidores voltam à cena.
