A Tether quer mudar o jogo da mineração.
O software será open-source até o fim de 2025.
Isso facilita a entrada de novos mineradores.
Sem depender de serviços caros.
O CEO Paolo Ardoino chama o sistema de MOS.
Modular, escalável e com base em IoT.*
O MOS é compatível com estruturas existentes.
Sem necessidade de trocar os equipamentos.
Tether também se uniu à Ocean para descentralizar.
Menos poder para os gigantes da mineração.
Por quê?
Para proteger o ecossistema do Bitcoin.
Grandes mineradoras ainda têm vantagens: energia barata, mais hashrate.*
Mas após o halving, todos estão inovando.
Alguns focam em IA, outros acumulam BTC.
A Hive ganha mais com IA do que com cripto.
Agora investe pesado em tecnologia.
Mas nem todos diversificam.
A Cango vendeu tudo, focou em mineração e lucrou US$100M em dois meses!
A aposta da Tether: mineração acessível e descentralizada.
[IoT: dispositivos conectados à internet.
Hashrate: capacidade de processamento de um minerador.]
