A Meta rejeitou uma proposta de usar Bitcoin em sua reserva de US$ 72 bilhões. O placar? 1.221 contra 1. Pesado 😬
Não é novidade. A Microsoft também rejeitou uma proposta parecida em 2024. Big Tech ainda teme a volatilidade do BTC.
Reservas de tesouraria são fundos de emergência. Não são para apostas em ativos arriscados.
O professor Damodaran da NYU disse que é “loucura”. Não vê razão para incluir BTC no caixa da empresa.
Até Harvey, da Universidade Duke e favorável ao blockchain, acha que os investidores devem comprar BTC por conta própria.
Stablecoins fazem mais sentido. São ligadas ao dólar. Bitcoin é um ativo muito volátil 🎢
A exceção é a Strategy, que apostou em BTC em 2020. O preço das ações subiu 2.466%! Mas foi um investimento estratégico, não uma política de tesouraria.
Meta mantém bilhões em caixa ganhando quase nada. Especialistas sugerem diversificar para se proteger da inflação.
James Butterfill, da CoinShares, afirma que alocar 3% em BTC pode dobrar o Sharpe ratio.*
(*Sharpe Ratio: indicador que mede o retorno ajustado ao risco.)
CoinShares viu a alocação em cripto subir de 1% para 1,8% em seis meses. A adoção está crescendo rápido.
Mas o voto da Meta mostra cautela. Zuckerberg controla 61% dos votos, então não reflete o mercado todo.
Cada empresa tem sua abordagem. BlackRock recomenda alocar 2% em BTC para diversificação.
Empresas na Coreia e França já investiram milhões. O movimento está global.
Butterfill diz que 72 empresas compraram BTC em 2025. Algumas apenas para aumentar o valor de mercado.
Quem será a próxima gigante a entrar? A Tesla já fez isso.
E adivinha? Bitcoin foi menos volátil que as ações da Meta nos últimos dois meses.
