Itaú Asset entra de vez no mundo cripto

Nova divisão cripto

A Itaú Asset, maior gestora privada de ativos do Brasil, criou uma divisão dedicada a cripto. João Marco Braga da Cunha, ex-Hashdex, será o líder.

Muito além dos ETFs

O banco já oferece um ETF de Bitcoin e um fundo de aposentadoria ligado a criptoativos. Com mais de 1 trilhão de reais (185 bi USD) sob gestão, a Itaú vê no cripto um novo motor de crescimento.

O momento certo

Segundo Cunha, a volatilidade do mercado cria chances únicas para gerar “alfa”, ou seja, retornos acima da média. Ele já foi diretor de portfólio na Hashdex, pioneira no setor.

Produtos diversificados

Os clientes já podem negociar 10 pares de cripto no app, incluindo BTC, ETH e SOL. A nova divisão vai desenvolver desde fundos conservadores até estratégias arriscadas com derivativos e staking.

Brasil lidera na região

O Brasil ocupa o 10º lugar global em adoção cripto, favorecido por uma regulação clara. Desde a lei de 2023, surgiram ETFs e stablecoins no mercado local.

Desafios tributários

Em junho, o governo aplicou imposto único de 17,5% sobre ganhos de cripto, inclusive autocustódia e DeFi. A medida gerou forte reação e foi revogada no mesmo mês.