Vitalik Buterin defendeu a rede Base, de segunda camada, em meio às críticas sobre centralização e papel dos sequenciadores.
Ele explicou que o L2 melhora a experiência do usuário com algumas funções centralizadas, mas a segurança vem do Ethereum. Não há custódia sobre fundos.
A comissária da SEC, Hester Peirce, levantou dúvidas sobre se um sequenciador poderia ser visto como bolsa. Porém, ela mesma admitiu que, se os ativos não forem valores mobiliários, o cenário muda.
O jurídico da Coinbase comparou um L2 a serviços como AWS: infraestrutura que roda código, mas não se torna uma bolsa por isso. Sequenciadores apenas ordenam transações.
O cofundador do Base, Jesse Pollak, disse que é como um controlador de tráfego que organiza o fluxo, sem definir preços nem casar ordens de compra e venda.
